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segunda-feira, 30 de maio de 2011

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Desconhecido



 
Não havia sons pela noite
Um vulto cortou minha visão
Na procura imensa
Tornando maligno no coração

Pergunto-me por onde
Vaga com esse meu corpo
Por onde esperar por esse ser
Que me compreende de novo?

É que eu corto estradas e caminhos
Sempre a procura de você
O vulto seguindo meus carinhos

Pergunto-te
De onde vem esse vulto?

Na escuridão
Ela ou ele vivia a seguir
Quem é esse vulto?

A Jocicleya nº 05

 
Não quero pensar no teu amor
Na certa saberá
Não ser merecedor de seu calor
Que de nada sei

Que de nada saberei
Quando no tempo
Dos sem tempos
Irei vivendo como sou

Não mereço teu amor
Nem tão pouco o teu calor
Não quero pensar em te
Só que tuas imagens vêem

Dar-me vontade de ir te ver
Estou com tanta saudade
Só de pensar em te

Tua liberdade

 
Com o tempo vem toda liberdade
Mesmo assim temos que enfrentar
Sempre buscando em cada cidade
Todo o desejo de poder amar

Toda liberdade do teu querer
De onde vem esse teu amor?
Na certa dirá que me é de idade
Tentando obter esse teu calor

Na certa vai querer saber
De toda liberdade do que sinto
Nas certa o teu querer
Que eleva teu pensamento em me

Com o tempo vem toda a realidade
Na verdade vai querer saber
Querendo buscar em cada cidade
Meu amor para pensar em você


Pelo cantar

 
É um cantar que tu trazes
Dentro do peito escondido
Querer mais a felicidade
Afastando seus inimigos

No cantar o falar
De uma terra distante
Onde pessoas contentes
Quer ver pessoas a sonhar
Que se diz é um amor

Um dia a chuva cai
Com os pingos
Ela irá cantar
Horas se vai

Um dia ela vem
Para olhar o que sobrou
Em todos os seus dias
Cantar esse canto a sonhar

Sonhar com a paz

 
Em um décimo de segundo
Vejo meu sentido a te querer
Querendo mesmo o mundo
De aprender a teu ser de viver

Correndo pelas estrelas
Estarei a pular nas pontas
Dos sistemas solares
Procurando a paz e amor

Sem querer vejo um tudo
Correndo estou pensando
Será que é o meu mundo

Então é que acordo
E vi todo o absurdo
Você dorme outra vez

A tua procura

 
Não por onde tu vagas
Mas, estou a tua procura
Talvez qualquer dia desse eu te encontre
Beijando rosas de um jardim

Quando pensar que meu amor existe
Peço-te não fique tão triste
Quando na longa caminhada
Querer ver você esse meu amor
Saindo por longas noites
Sempre com o mesmo pensamento
De um dia poder me encontrar
Como tantas vezes eu sempre te procurei

Hei de contar as alegrias
Em total das alegrias
Saberei por onde tu irás vagar
Sempre estarei a tua procura